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Guia de Como Usar o Sistema PDV – EagleSystem

Bem-vindo ao guia de uso do nosso sistema de Ponto de Venda (PDV), projetado especialmente para donos de loja que desejam otimizar o controle de caixa e de estoque. Este guia detalha passo a passo como utilizar todas as funcionalidades do nosso sistema para melhorar a gestão do seu negócio. 1. Introdução ao Sistema PDV Nosso sistema PDV é uma solução completa que ajuda você a gerenciar suas vendas, controlar o estoque e monitorar o caixa de forma eficiente. Ele é intuitivo e fácil de usar, garantindo que você possa focar no que realmente importa: atender bem seus clientes. 2. Instalação e Configuração Inicial Passo 1: Instalação Passo 2: Configuração Inicial 3. Cadastro de Produtos e Estoque Passo 1: Adicionar Produtos Passo 2: Gerenciar Estoque 4. Controle de Caixa Abertura de Caixa Registro de Vendas Fechamento de Caixa 5. Relatórios e Análises Relatórios de Vendas Relatórios de Estoque 6. Dicas para Otimizar o Controle de Caixa e Estoque 7. Suporte e Treinamento Suporte Técnico Treinamento Esperamos que este guia ajude você a utilizar plenamente nosso sistema PDV. Para qualquer dúvida ou assistência adicional, nossa equipe de suporte está sempre à disposição. Obrigado por escolher a gente!

Você sabe porquê existe imposto para pagar em cima dos seus produtos?

para onde vão os nossos impostos? Quando o assunto é dinheiro e obrigações financeiras, uma pergunta que vem a tona é: “para onde vão os nossos impostos?”. Isto porque os impostos estão embutidos em tudo o que adquirimos ou utilizamos. Além de estarem presentes em produtos, estes encargos estão inseridos também na conta de luz e no combustível, só para citarmos apenas dois exemplos. Mas por que isto acontece? Para poder garantir a prestação de serviços e cumprir suas obrigações perante à sociedade, o governo retira dela uma parcela de sua riqueza: os impostos. Teoricamente, o retorno que a sociedade teria com o montante destinado aos impostos seriam atendimentos e serviços públicos de qualidade e eficientes, pelos quais ela pagou em forma de tributos. Isto em tese, porque, na maioria dos casos, o que se observam no Brasil são serviços ineficientes ou mesmo inexistentes. Mais de R$ 500 bi De acordo com o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), desde primeiro de janeiro de 2014 até meados do mês de abril, já foi atingida a marca de R$ 500 bilhões somente em tributos pagos pelos brasileiros. O valor é apenas uma estimativa, mas, por ser muito alto, incita ainda mais a dúvida do início do post – ‘afinal, para onde vão os impostos que pagamos?’ Neste ano, os brasileiros trabalharam até o dia 31 de maio somente para pagar impostos, taxas e contribuições aos cofres públicos, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Foram, ao todo, 151 dias, ou exatos cinco meses de trabalho, somente para pagamento e cumprir com obrigações aos cofres público. Destino Oficial O objetivo principal da cobrança de impostos é basicamente fazer com que o cidadão contribua financeiramente com serviços que utiliza frequentemente, como saúde e transporte público. O dinheiro revertido em impostos seria, então, para manter com eficiência e qualidade as frotas de ônibus do sistema público de transporte do país, assim como os hospitais, postos de saúde e pronto-socorros de todo o território nacional. Conforme o próprio portal da Receita Federal, os impostos devem ser destinados a programas de geração de emprego e de inclusão social, tais como: plano de reforma agrária; crédito rural para expansão da agricultura familiar; plano de construção de habitação popular; saneamento e reurbanização de áreas degradadas nas cidades. Outra parte dos impostos arrecadados, ainda segundo a Receita, deve ser direcionada à: construção e recuperação de estradas; em investimentos em infraestrutura; construção de portos e aeroportos; incentivos para a produção agrícola e industrial; em segurança pública; estímulo à pesquisa científica; ao desenvolvimento de ciência e tecnologia; cultura e esporte, e à defesa do meio ambiente. Resumindo, todos os impostos vão para uma conta única, tudo que é arrecadado é somado como receita do governo e depois de feita a divisão dos valores entre União, Estados e Municípios, conforme estabelecido na Constituição Federal, não há mais distinção de valores que são provenientes de IPVA ou de IRPF, por exemplo. Tudo isso entra como receita para o governo que deve utilizar tais valores de acordo com o estabelecido no orçamento anual, no plano plurianual e nas diretrizes orçamentárias. Todos os impostos Segundo o site da Receita Federal, o dinheiro que usamos para pagar os impostos é utilizado diretamente pelo Governo Federal. Parte considerável deles retorna aos Estados e municípios para ser aplicada em suas administrações. No total, são mais de 80 impostos, taxas e contribuições no país. São tantos, que elencamos a seguir os principais tributos, separadamente pela unidade responsável: os impostos da União, os dos Estados e os impostos dos Municípios. Impostos da União A União é responsável pelo recolhimento e pela destinação de cada um dos seguintes impostos: 1 – Imposto sobre Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR) O que é – O famoso Imposto de Renda. O IR incide sobre salário a partir de R$1.787,78, sobre lucro na venda de imóveis, carros etc., sobre lucros das empresas e sobre ganho dos autônomos. O contribuinte deste imposto, ou seja, quem paga este imposto divide-se em: pessoa física (IRPF) e pessoa jurídica (IRPJ). Para onde vai – O dinheiro arrecadado com o Imposto de Renda é destinado para o financiamento de projetos de saúde, de educação e programas sociais, como por exemplo o Fome Zero e o Bolsa Família, além de outras aplicações como o plano de reforma agrária, programas de agricultura familiar, construção de habitações populares e saneamento e revitalização de áreas degradadas nas cidades. Como calcular – É calculado conforme a tabela do IR vigente, a partir do valor do salário recebido. Do salário de R$ 1.787,78 até R$ 2.679,29, por exemplo, são descontados 7,5%, o que gera um valor de R$ 134,08, conforme atualização para 2014. 2 – Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) O que é – É um imposto federal, o que significa que somente a União pode instituí-lo. O IOF recai sobre operações de crédito, câmbio e seguro, além de operações relativas a títulos de valores imobiliários, como ações. Quem contribui (quem paga) com este imposto serão sempre as partes envolvidas em cada uma das operações. A principal função do IOF é ser um instrumento de manipulação da política de crédito, câmbio, seguro e valores imobiliários. Para onde vai – Na prática, o montante arrecadado com o IOF não se atrela a uma atividade específica de contraprestação de serviços pelo Estado. Explicando melhor: é mais um imposto para auxiliar na arrecadação global do Governo Federal que, depois, será votado em orçamento pelo Legislativo federal para ter seu destino definido. Como calcular – No início do ano, o governo elevou a alíquota de IOF de 0,38% para 6,38%, em compras em moeda estrangeira no cartão de débito pré-pago, em cheques de viagem (traveler checks) ou para saques no exterior. 3 – Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) O que é – Este imposto é brasileiro e cobrado tanto de produtos nacionais quanto de importados, afetando o valor de tudo o que adquirimos enquanto produto. Os contribuintes do IPI podem ser o importador, o industrial, o comerciante ou o arrematador. Para onde vai – Como ….  Read More

Você sabe quem são seus clientes?

Muitos discutem sobre qual é o fator-chave para a longevidade de uma empresa, sem chegar em um consenso se é o cliente, o funcionário, o gestor, etc. Mas que a verdade seja dita: há dependência de todos os públicos de sua empresa, mas sem o cliente, não há razão de ser, nem fluxo de caixa, nem promoções, nem estratégias de crescimento, e por aí vai. É como disse Sam Walton, fundador da rede Wall-Mart: “Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.” Nessa linha de raciocínio, entender seu cliente e saber se relacionar com ele se torna algo essencial para a sobrevivência dos negócios e para geração de valor de seus produtos ou serviços. Parece óbvio, mas muita gente não se aprofunda da identidade ou nas necessidades de seu público. E viver dessa forma, com uma percepção bem superficial de quem compra, não é um caminho muito sustentável, muito menos recomendável se seus planos são crescer. O ideal é criar um relacionamento com seus clientes, saber seus perfis de compra, motivos que os levam a comprar regularmente, quais são as estratégias da concorrência e o que você deve fazer para conquistar mais e reter quem já gosta da sua marca. De qualquer forma, lembramos que é muito importante que toda a empresa, e não apenas o departamento de marketing, conheça o perfil de seu público-alvo. Para começar, você pode fazer um breve exercício, visualizando respostas para as questões mencionadas acima: Quem eles são (homens jovens, mulheres de meia idade, donos de empresas, etc) O que cada um dos perfis acima compra ou comprou de sua empresa Como os concorrentes que vendem produtos ou serviços similares aos seus abordam esses perfis Como eu me comunico com esses clientes (site, redes sociais, e-mail, eventos presenciais, etc) Sua empresa pode ter, inclusive, mais de um perfil de cliente, dependo do que comercializa. Na verdade, é muito comum e recomendável segmentar sua audiência para ações mais certeiras e efetivas. A seguir, vamos listar três tipos de clientes e nossa recomendação de estratégia para que você possa conquistá-los. Vamos classificar os públicos pelo nível de interação que eles podem ter com a sua empresa e o método de se relacionar com cada um. CLIENTE TIPO 1 – O INTERESSADO Esse é o tipo de cliente mais fácil de ser abordado e com maior probabilidade de comprar seu produto. São os clientes que você consegue facilmente traçar um perfil e que, de fato, necessitam daquilo que você oferece. Para esse tipo de público, o marketing direto funciona, pois, como mencionado, ele precisa do que você vende. O problema aqui é, justamente, a concorrência. Todos os seus competidores direcionam muito de seus esforços para essas pessoas, o que faz com que o mercado (e você) tenha que trabalhar com menores margens e em comodidades para se diferenciar. Nem sempre isso é ruim. Seu mercado pode não estar supersaturado como alguns estão, então pode haver bastante espaço para todos, mas, se o caso for o contrário, recomendamos dar atenção para os outros tipos de clientes que vamos apresentar. CLIENTE TIPO 2 – O INDECISO Esse é o cliente que precisa do que você vende, mas ele ainda não sabe. Ele pode estar gripado, mas, no lugar de ir até a farmácia comprar seu remédio, ele está acostumado a fazer um chá e esperar tudo passar. Há muito mais mercado no perfil de indecisos do que no perfil de interessados, mas pouca gente explora esse público ou por não saber como, ou por ser muito difícil – o que, de fato, é, mas não impossível. Como convencer uma pessoa de que você tem o que ela precisa? Há uma série de recursos por aí, mas o que recomendamos é uma boa estratégia de marketing. E, juntamente com isso, investir no relacionamento, mostrando quais os benefícios que você oferece, seus diferenciais, qual é sua promessa de valor e como sua marca pode agregar para a vida ou para a empresa dessa pessoa. A grande sacada aqui é entender que esse cliente indeciso não vai fazer, neste caso, uma compra de impulso. Ele precisa ser convencido, motivado e muito bem cuidado. Segundo o exemplo acima, ele precisaria, em primeiro lugar, saber que há alternativas ao chá para curar uma gripe. Você possui um remédio que ele precisa, pois, tomando o remédio, ele ficará bem mais rápido, poderá retornar ao trabalho (sabemos que, para alguns, essa questão não é bem classificada com um benefício) e a sua rotina. E mais, seu produto é feito a base de plantas, traz outros benefícios para seu sistema imunológico e, olhe só, é melhor e pode até ser mais barato que um chá. Ainda sobre esse tipo de cliente, sua empresa deve se estruturar para comunicar-se constantemente com ele, para atendê-lo bem e para superar suas expectativas. CLIENTE TIPO 3 – O NÃO INTERESSADO Uma pessoa não interessada não vai ser seu cliente, certo? Nem sempre. Esse é o tipo de público que não precisa do que você oferece, mas, mesmo assim, não quer dizer que ele não pode ser cativado de forma muito semelhante ao público indeciso. O grande benefício de falar com essas pessoas é que, justamente, há muito mais gente não interessada do que gente interessada naquilo que você vende. Isso quer dizer que, potencialmente, você pode achar pessoas dentro do perfil que você definiu como sendo seu público-alvo aqui. Em primeiro lugar, é preciso estudar o motivo deles não demonstrarem interesse e atacar esses pontos. Outro benefício é que, neste nível, a concorrência é extremamente baixa, já que as empresas vão brigar pelo público que já demonstra interesse em seus produtos ou serviços. O relacionamento aqui deve ser mais assertivo, até porque, ele precisa ser construído do zero. Você não pode ofertar algo para esse tipo de cliente de cara, pois a resposta, definitivamente vai ser negativa. Ações onde ele possa testar de forma gratuita aquilo que você oferece podem surtir efeito, por exemplo. Ele ….  Read More

Você sabe porquê suas mercadorias estão paradas?

Não são poucas as empresas que montam estoques sem planejamento estratégico e, por consequência, a falta de controle pode ser desastrosa. Um risco muito observado é o de ficar sem produtos para atender os clientes. E, claro, para evitar que isso ocorra, a saída é abastecer o estoque, muitas vezes acima do suficiente. Dessa forma, o empreendedor garante que os consumidores não passem a comprar no concorrente. Por outro lado, atender bem os clientes não deixando que produtos faltem pode gerar um problema: estoque parado. Isso é bastante negativo para a empresa porque é dinheiro parado, que, além de não trazer retorno, está gerando gastos por ocupar espaço e tempo do setor responsável. Simplesmente não dá para ser lucrativo em uma situação dessas! Você já deu uma conferida no estoque hoje? Está com mercadoria parada? Então, confira as nossas dicas para movimentar produtos e iniciar um processo de gestão de estoque: Avalie seu estoque Antes de mais nada é fundamental saber o que você tem em excesso no estoque. Fazer esse levantamento vai ajudá-lo a filtrar o que deve ser priorizado na sua estratégia. Dependendo do ramo, como o de produtos perecíveis, essa analise é imprescindível para estimular a saída de mercadorias com prazo de validade mais curto. Mas não fique focado apenas nos excessos. Um olhar atento vai mostrar quais são os produtos com maior saída, os que estão em baixa no estoque e qual o seu ativo parado. Feita essa analise, reforce as vendas dos produtos em excesso ou que estão parados há mais tempo com promoções. Dependo da análise, é possível fazer ofertas por tipo de produtos, estimulando a saída de uma série de mercadorias do mesmo tipo. Verifique quanto gasta com o estoque Você sabe que estoque parado é custo, mas você sabe quanto paga para mantê-lo? Faça os cálculos de todos os custos de manutenção (incluindo de pessoas aos recursos usados) do estoque e do quanto cada produto parado impacta nesse custo. Muitas vezes, vale a pena conceder um desconto melhor para estimular a venda do que manter mercadorias armazenadas. Faça os cálculos antes de definir de quanto será o desconto oferecido. Automatize o gerenciamento de estoque Utilizar um software para gerenciar os produtos do estoque é uma estratégia bastante inteligente e até essencial. Um bom sistema, que opera de forma integrada junto aos outros setores de gestão da empresa, garante a atualização constante e menos custos já que os processos de verificação e análise se dão de forma mais rápida. Impulsione as vendas As promoções que suscitam a necessidade de urgência nos clientes podem ser uma opção vantajosa para estimular as vendas dos estoques parados. Elas atraem consumidores e estimulam as vendas em um prazo curto, em geral. É uma medida indicada, sobretudo, para companhias que têm necessidade de liberar rapidamente espaço no estoque. Aproveite a atração dos consumidores para estimular a venda de mais produtos. Deixar produtos em evidência e em proximidade com os ofertados é uma forma a mais de alcançar resultados de venda. Além disso, dê destaque às promoções, seja avisando à clientela, mandando e-mail marketing, por telefone e deixando isso claro através de cartazes caso tenha uma loja física. Qual a melhor dica para o bom gerenciamento do estoque? Agora que você já conhece algumas formas de movimentar o estoque, estruture um controle permanente e boas vendas! E se você quiser contar com um time de especialistas na área, ligue pra gente 21 97128-1131

Você sabe se o seu concorrente vende a mesma coisa que você?

Saber quais os pontos fortes do concorrente é algo que todas as empresas gostariam de saber. Hoje vou lhe mostrar alguns pontos bem importantes mas que a grande parte das empresas não dão muita importância. Esses pontos irá mostrar o que mais fazem seus concorrentes venderem mais do que você. Veja todos os tópicos que separei e tire suas próprias conclusões, depois deixe sua opinião em nossos comentários para eu saber se este artigo lhe ajudou em algo ou não.Separe um tempo e leia com atenção esses tópicos, eles podem fazer grande diferença em seu negócio e ajudar você a entender mais sobre o seu mercado de atuação. Ele sempre vende mais barato Este é um dos motivos mais comentados pelos empresários que nos procuram, mas acontece que o fato de outra empresa conseguir vender um produto ou serviço por um preço abaixo do seu, não significa que esse produto seja mais rentável para o cliente final. Em relação a serviços, um material de menor custo e a exceção de uma equipe, pode baratear bastante no preço final, mas não existe maneiras desse serviço ser feito com a mesma qualidade e agilidade de alguém que usa o melhor material e possuí uma equipe profissional para fazer o trabalho. Já no caso de produtos, os materiais também podem influenciar no preço final, por isto mesmo que existem muitos produtos similares com uma qualidade menor que as do original, além de poderem ter alguns aspectos que podem diminuir ainda mais o preço, como: método de entrega, embalagem, fornecedor e etc. Mas não se desanime com isso, o preço é apenas um dos pontos que o cliente leva em conta antes de tomar uma decisão de compra. Pense comigo, será que alguém iria comprar um aparelho da Apple, um carro zero, ou até mesmo um tênis da Nike se eles fossem levar em conta apenas o preço? Claro que não. Não entre no mercado do preço, ao invés disso entregue mais valor ao seu consumidor. Abaixo você vai entender exatamente como essas empresas tem grande sucesso e diversas vendas diariamente sem precisar “prostituir” o mercado e ficar baixando o preço sempre que alguém faz isso. Meu concorrente tem mais recursos As novas empresas que passam por dificuldades adoram colocar esse ponto como desculpa da falta de crescimento, mas as coisas não são bem assim, não é porque seu concorrente tem mais recursos estruturais ou financeiros que quer dizer que ele tenha muita vantagem no mercado. Hoje em dia existem muitas maneiras de contornar isso, e não estou falando de pegar empréstimos ou alugar o melhor local da cidade e ficar cheio de dívidas depois, estou falando de reconhecer quais as prioridades para manter a sua empresa em funcionamento e separar quais as áreas que mais precisam de um reforço. Analise e encontre esses lugares em sua empresa e depois invista até alcançar o equilíbrio perfeito entre todos os setores. Diminua os custos internos (onde seu cliente não tem acesso) e aumente os investimentos externos (onde seu cliente tem total acesso), isso fará você aumentar a qualidade do seu produto ou serviço sem precisar aumentar seus gastos. Faça isso também com o seu tempo e seus profissionais, entregue tudo que tem de melhor para seu cliente. Essa é uma ótima maneira de conseguir tirar vantagem sob as grandes empresas, por exemplo, o que na sua opinião é melhor? Entrar em contato com diversos setores e departamentos para resolver um problema ou simplesmente ligar para um número e já ser atendido por uma pessoa que resolva seu caso de imediato? Sem dúvidas a segunda opção não é? Mas você pode fazer isso sem ter altos custos, ao contrário de grandes empresas, que para manter uma qualidade de atendimento precisam contratar inúmeros funcionários. Os clientes preferem a outra empresa Essa frase não é muito comum de ser ouvida, mas já ouvi algumas pessoas dizendo isso. E analisando os casos cheguei à conclusão de que na verdade o que prefere o concorrente neste caso é o próprio empresário. Na grande parte das vezes ele acompanha muito alguma marca regional e adora ver os detalhes daquela outra empresa, mas não dedica muito tempo para entender o que acontece no “background” da outra empresa e colocar isso em prática no próprio negócio. Isso faz com que pessoas que tem esse pensamento percam tempo na plateia assistindo o show enquanto deveriam estar no palco! Estudar e acompanhar o concorrente é uma ótima estratégia, mas isso não adianta de nada se você não fazer a sua lição de casa dentro do seu próprio negócio. É claro que também existem casos onde realmente o cliente prefere o concorrente, nesses casos você terá que levar em conta alguns pontos como: Preço, local, qualidade, atendimento, divulgação e etc. Mas principalmente deve levar em conta se o cliente conhece a sua empresa. Se caso ele conhecer e mesmo assim preferir o seu concorrente você deve buscar onde errou e melhorar nesses pontos, mas se ele não conhece muito bem a sua empresa, é seu dever (mostrar mais a “cara”) e fazer todos conhecerem sua marca. Aliás, ninguém gosta de comprar produtos ou contratar serviços de marcas totalmente estranhas e sem referências. Inclusive você mesmo não é? Mais à frente vou te mostrar como sair do anonimato e mostrar sua marca ao mundo. Não dá para inovar nada em meu ramo Nunca diga isso, pois se inovar fosse algo comum, quando viesse ao público não existiria inovação nenhuma! Se esforce, busque referências em nichos similares ao seu, junte sua equipe e discuta sobre criar novos produtos, serviços ou até mesmo complementos de algo já existente, essa inovação pode ser desde uma nova embalagem ou modo de atendimento até um novo método de serviço ou produto mais prático. Se mesmo assim não conseguir encontrar uma inovação não desista, converse com pessoas de ramos diferentes e conheça mais sobre o serviço deles, muitas vezes uma inovação surge da união de coisas simples de dois ramos totalmente diferentes. Mas se novamente não surgir algo novo em sua mente ainda lhe resta uma decisão final, esta opção é mais usada por empresas grandes, ….  Read More