Você sabia que seu funcionário pode estar te roubando?
Estima-se que em 2010, 70% das empresas do Brasil sofreram furto de materiais e fraudes, gerando um prejuízo de R$2,2 bilhões; esses dados se referem ao setor do varejo. Esse não é um crime sem vítimas; o furto de materiais de escritório causa danos monetários às empresas e às comunidades que elas atendem porque esse dinheiro impacta diretamente em seus lucros, fazendo com que as elas tenham que aumentar o valor de seus produtos para equilibrar os prejuízos. Por sorte, há medidas que podem ser tomadas por todos na organização, do dono ao funcionário mais básico, para pegar quem rouba e coibir essa prática. Registre cada detalhe do acontecimento. Seu maior aliado para apanhar funcionários roubando é a informação. Assim que notar a ocorrência de um furto, faça o seu melhor para reunir dados como o momento, o lugar e, se possível, quem estava por perto quando aconteceu. Dados que você pode querer registrar e/ou buscar em seus relatórios são: A hora e data exatos de quando se deu a falta do dinheiro ou mercadoria; O total na abertura e no fechamento do caixa ou ponto de venda (caso seja roubo de dinheiro) Contagem do estoque e relatórios de vendas (caso seja roubo de produtos) Nomes dos funcionários que estavam trabalhando no momento do roubo; Se possível, dados de acesso, entrada e saída, etc. Relatórios de gastos dos funcionários Relatórios de checagem dos materiais Se você não tem essas informações, comece a registrá-las assim que suspeitar de algo. Essa simples atitude é suficiente para inibir roubos futuros, mas se isso não acontecer, prepare-se para flagrar a situação. Curta nossa página no Facebook
Você sabe se está pagando mais imposto do que deveria?
Muitas vezes, uma das principais causas de erros tributários está na escolha inadequada da forma de tributação que a empresa está submetida. Procure ajuda profissional para escolher a melhor forma de tributação para seu negócio, pois nem sempre o que é bom para outras empresas será para a sua. Existem três formas de tributação: Lucro Real; Lucro Presumido; Simples Nacional. O Lucro Real pode ser tributado anual ou trimestralmente, nele a empresa recolhe IRPJ e a CSLL, sendo possível a redução ou suspensão do valor recolhido em caso de lucro negativo. Já o Lucro Presumido recolhe os impostos de forma fixa, com base na receita estimada da empresa, com alíquotas de tributo do IRPJ (de 15% ou 25%) e CSLL (de 9%). O Simples Nacional, reúne oito impostos em uma única taxa, o que pode ser bom para muitas empresas, porém deve ser avaliado junto com o profissional. Utilize um sistema ERP que faça essa conta pra você Curta nossa página no Facebook
Você sabia que pode estar contando o estoque errado?
Independente do segmento de mercado, os estoques correspondem a grande parte do capital de uma empresa. Quanto melhor for o controle do estoque, melhor estará sendo a gestão do capital investido nele. Você lojista sabe exatamente quais produtos existem no estoque da sua loja? Quantos produtos de cada tipo estão armazenados? E qual é o valor total (e real) do seu estoque? Estas informações são imprescindíveis para o gerenciamento e realização de novas aquisições, ou mesmo para identificar o valor investido em produtos, controlando de forma eficaz as compras e as vendas de sua loja. Para conseguir isto sua empresa precisa realizar um inventário. Mas, o que é o inventário? O inventário de estoque é o processo de identificação, classificação e contagem dos produtos que estão em estoque. Agregando este processo ao sistema, o lojista irá otimizar seu controle de estoque, identificando os produtos que estão em falta, produtos sem giro, ou seja, que não estão sendo vendidos, possíveis avarias, e, determinar a importância de determinado produto no estoque, isto é, produtos de alto giro ou que impulsionam a venda de outros produtos. Realizar esta tarefa pode parecer desafiador ao lojista, principalmente levando em consideração a rotina de trabalho do comércio. Listamos abaixo cinco dicas que irão elucidar como fazer o inventário de estoque da sua loja: 1. Emita uma lista de todos os grupos de produtos no estoque O primeiro passo é identificar a classificação dos produtos em seu estoque. Assim, você poderá reformular sua classificação, fazendo a distribuição mais adequada do produto, identificando o Departamento, Categoria e Grupo, ou ainda, inserindo classificações de Subgrupos. É preciso lembrar: quanto melhor for a classificação e identificação dos produtos, melhores serão os parâmetros de análise do estoque. 2. Confira se todos os produtos estão codificados Antes de iniciar a contagem, é importante se certificar que todos os produtos estejam com o seu código de barras, ou mesmo com etiqueta simples de identificação antes de iniciar o inventário. Este processo agiliza a contagem das peças, e evita que o inventário seja interrompido para procurar a identificação do produto. 3. Classifique os produtos por grade, marca e coleção Especifique as principais características dos seus produtos, principalmente no que diz respeito ao tamanho, a Marca e a que Coleção pertence. Estes indicadores são fundamentais para a análise de compra, uma vez que através do sistema o lojista poderá identificar quais os tamanhos mais vendidos, a marca que se destaca no ranking, ou ainda, identificar quais itens de uma coleção específica não sofreu giro. 4. Faça a contagem dos produtos O próximo passo é contar cada tipo de produto existente no estoque. A sugestão é que este processo seja realizado em uma data e horário que a loja não esteja aberta para atendimento, de forma que não prejudique o funcionamento do negócio, ou haja interrupções na contagem. Com a ajuda do sistema para gestão da loja, este processo pode ser executado em algumas horas, permitindo que os registros sejam atualizados automaticamente. 5. Atualize o controle de estoque Por fim, finalizado o balanço de estoque, importe os dados do inventário, isto fará com que todo o sistema de estoque seja atualizado. Aproveite para identificar diferenças na contagem de produtos, que podem mostrar perdas e roubos no estoque, como também produtos que foram comprados, devolvidos ou vendidos e não foram registrados. Você pode também contar com o auxilio de uma equipe treinada para realização do inventário, reduzindo assim a probabilidade de erros de contagem, ou operacionalização errada no sistema. A realização do inventário deve fazer parte das boas práticas do lojista, sendo recomendado que ocorram inventários a cada fim de coleção. Curta nossa página no Facebook
Você sabe porquê deve legalizar sua empresa?
Ser empreendedor no Brasil nem sempre é tarefa fácil. Além de conhecer bem sua área de atuação, o empresário também deverá lidar com outras questões burocráticas, mas que são necessárias para o desenvolvimento de seu negócio. Exemplo delas é a parte de legalização, em que é necessário o domínio de conhecimentos específicos, pois decisões tomadas nesse momento poderão ter reflexos futuros. Com base nisso, traremos algumas informações que você precisa saber sobre como legalizar uma empresa. Confira: Qual é a importância de legalizar meu negócio? A legalização é crucial para a empresa, pois permite que ela usufrua de benefícios como a captação de recursos junto à instituições financeiras, por meio de empréstimos e financiamentos; emissão de notas fiscais, etc. Devidamente regularizada, a empresa também poderá vender ou prestar serviços para órgãos públicos por meio de licitações, dessa forma, aumenta a possibilidade de captação de clientes — além de não correr o risco de ser penalizada em casos de fiscalizações. O que é necessário para legalizar uma empresa? Antes de legalizar sua empresa é preciso estar atento a algumas questões: Planejamento do negócio Antes de se iniciar o processo de legalização, o empresário deve ter um planejamento estratégico muito bem elaborado, pois ele será de grande valia para a definição de aspectos no momento da legalização, como público-alvo, atividades que serão desenvolvidas, tipo do empreendimento, dentre outros. Nessa etapa deve-se verificar se a abertura do tipo de negócio pretendido é realmente viável. Buscar auxílio de especialistas Consultar um contador poderá ser fundamental, pois ele possui conhecimentos que ajudarão a identificar aspectos que podem comprometer futuramente o rumo do negócio, fazendo com que as decisões tomadas neste momento tenham um maior nível de certeza, bem como utilizar um sistema de gestão completo Fazer o planejamento tributário do empreendimento é uma dica valiosa, pois os diferentes tipos de enquadramentos tributários (Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real) possuem algumas especificações, e decisões tomadas na abertura poderão impossibilitar a empresa de optar por aquele que se concluiu ser mais adequado depois. Inscrição em órgãos públicos Dependendo da natureza jurídica da sociedade que se deseja constituir, deverá se realizar o registro na Junta Comercial ou em cartório. Caso se trate de alguns tipos de sociedades, como a limitada, é necessário providenciar o contrato social. Ele é um documento essencial, pois contém informações sobre a participação societária, suas respectivas cotas de participação, endereço do estabelecimento, dentre outras. Após ter o pedido de inscrição aprovado pela Junta Comercial, a empresa deverá registrar-se em outros órgãos, como na Receita Federal, que fornecerá o número no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Em alguns outros casos, como empresas que industrializam e revendem produtos, é preciso inscrever-se na Secretaria da Fazenda Estadual, a qual fornecerá o número da Inscrição Estadual da empresa. Alguns tipos de negócios deverão também adquirir alvará de funcionamento expedido pelo município e outras repartições e, para tanto, deverão obedecer algumas exigências específicas para o seu ramo de atuação . É importante que a empresa também se cadastre junto à Previdência Social. Informações importantes Ressalta-se que cada órgão possui procedimentos próprios para registrar novas empresas, como formulários padrões e documentos solicitados, e alguns também pedem envio de informações por meio eletrônico, usando programas específicos. Além disso, a inscrição demanda tempo de espera para que a repartição analise os documentos e aceite (defira) ou não (indefira) o processo de inscrição. Particularidades como segmento de atuação e estado do estabelecimento poderão influenciar muito as exigências necessárias para legalizar uma empresa, como é o caso dos postos de combustíveis. Então, ser assessorado por especialistas no assunto é primordial para evitar futuros problemas ou surpresas: converse com o seu contador! Curta nossa página no Facebook