Você sabe porquê deve enviar seus documentos para o contador?
Toda empresa possui documentos de seus fatos patrimoniais e é fato de que toda a empresa precisa de um contador! Esse profissional cumpre uma função muito importante na regularidade das empresas com as informações disponíveis! A maior parte das informações que o governo recebe de seu negócio, é transmitido pelo Escritório Contábil. Você imagina o que acontece quando é enviado uma informação errada para o o Governo? Fiscalização e penalidades. Isso acaba sendo pior em tempos atuais com SPEDs, cruzamentos e mais obrigações inteligentes sendo criadas pelo Fisco. Por isso é tão importante entregar boas informações para o seu escritório. Se entram boas informações as chances de que a saída seja boa é maior. Vamos falar mais sobre esse tema neste artigo! Continue acompanhando. 1. Por que devo entregar documentos ao Contador? Um escritório contábil é parte fundamental para manter uma empresa regular. Por esse profissional passa a maior parte das obrigações legais de uma empresa. O Contador é responsável, entre outras questões, por: Calcular os Impostos: O Contador é o profissional que entende e calcula guias de impostos e possui conhecimento para realizar o planejamento e enquadramento tributário. Entregar as informações acessórias ao Governo: O Contador também elabora com as informações da empresa, a apuração, a escrituração e a entrega de obrigações acessórias para o Governo. Elabora a Folha de Pagamento: Muitos escritórios de contabilidade,elaboram e processam a Folha de Pagamento, uma informação muito sensível para manter o clima em sua empresa. Por fim, e não por isso menos importante, Elabora os Livros e Relatórios contábeis, livros obrigatórios de acordo com o código civil e que gera enormes benefícios para as empresas. Agora, com tantas atribuições importantes para sua empresa, você recusaria, mesmo assim, não entregar documentos para o seu profissional? 2. Quais são as principais obrigações de um Contador com documentos? O Governo nos últimos anos transformou as obrigações acessórias das empresas, através do projeto Sped, exigindo muito mais informações, e principalmente consistência nelas. Essa rede de informações das empresas se cruzam para criar uma verdadeira rede de prevenção à sonegação fiscal. Assim, mesmo um pequeno deslize, pode gerar fiscalização, diligências de fiscais e transtornos. Por isso é preciso ficar atento as obrigações. As principais são: a- Área Fiscal O volume aqui é elevado, no Simples Nacional temos a apuração de impostos e a DEFIS anual. Em algumas empresas é ainda necessário entregar, DIRF, DCTF e Sped Contábil, ECD, este último quando há investidores anjo. As informações de Substituição Tributária também podem fazer com que a empresa do Simples Nacional tenha que entregar uma série de GIAS-ST para os Estados onde possuem clientes. Nos outros enquadramento tributários, as obrigações se elevam. Pois tem as diversas apurações de impostos, os SPEDs, Fiscal ICMS/IPI, o Contribuições, PIS/COFINS, o Reinf, a Escrituração Contábil Fiscal, DCTF, DIRF e outros. b- Área Contábil As principais obrigações na área contábil estão relacionadas aos livros e relatórios da área. Aqui o SPED também atingiu os empresários com o ECD (Escrituração Contábil Digital) e o ECF (Escrituração Contábil e Fiscal). A exigência de boas informações ano após ano exige cada vez mais informações em tempo real. c- Área Trabalhista Mesmo sem pensar na realidade do e-Social por hora, são diversas as obrigações, como GFIPs, RAIS, CAGED e a própria folha de pagamento. A sensibilidade é alta aqui, pois um problema durante um processo de desligamento pode gerar um grande passivo trabalhista. d- Mudanças que impactarão os próximos anos Além das obrigações tradicionais, a mudança é constante com a melhoria e ampliação gradativa de informações. As novidades que irão impactar nos próximos anos, serão: i- e-Social Depois de uma série de adiamentos, 2018 será marcado pelo início do e-Social que integrará informações do MTE, Caixa, Previdência, INSS e Receita Federal. ii- Sped EFD-Reinf Essa obrigação é um complemento ao e-Social e entrará em vigor em Maio. Seu objetivo será transmitir as informações das Retenções na Fonte. Esse sempre foi um “calcanhar de aquiles” pois sempre fica uma nota fiscal perdida pela empresa. Além de criar essa obrigação que cruzará informações do tomador e do prestador, sua exigência em prazo no mês foi antecipada. iii- Alterações do Simples Nacional Houve também uma série de mudanças no Simples Nacional em 2018, como mudanças na forma de cálculo, a introdução de informação de folha na apuração (fator r) e mudança de atividades em anexo. Foi aprovada também a integração entre órgãos para a fiscalização. Para saber mais sobre essas mudanças, acesse esse artigo. iv – Ampliação da utilização do código CEST e NFE 4.0 Na área da Substituição Tributária, o Governo também vem ampliando a base de informação. Neste ano será ampliada a exigência a exigência do CEST. Outra mudança que atinge o empreendedor é a mudança da versão da NFE para a 4.0. Utilize um sistema próprio para isso aqui. v- Introdução da Obrigação de Transação realizada em Espécie. As informações financeiras sempre foram bem monitoradas com obrigações, como o e-Financeira e o Decred. Mas faltava informações sobre transações em espécie. Faltava pois não falta mais, agora temos a DME que atinge pessoas físicas e jurídicas. Todas essas mudanças ampliam em muito a capacidade de fiscalização dos governos, as responsabilidade dos contadores em entregar as obrigações e a dos empresários em enviar documentos de suas operações. 3. Como o empresário pode ajudar? Fazer todas essas obrigações não é fácil, mas se torna mais difícil se há falha na informação ou se ela é incompleta. Aqui, vale bastante a parceria! O empresário deve garantir o acesso a todas as informações ao contador, com documentos em bom estado, hábeis e organizados. Boas entradas de informações vão garantir boas saídas. Três ações podem ajudar e muito o contador: Manter um controle financeiro eficiente de entradas e saídas – Organizar as finanças da empresa é papel do empresário. Isso ajudará nas decisões empresariais e poderá orientar o contador para o registro contábil. Saiba como ter um sistema aqui. Emitir todas as notas fiscais de venda de produtos e serviços – Essa é uma obrigação que consta em Lei e nem sempre é observada. A omissão de receitas é um dos grandes motivos de fiscalização, e …. Read More
Você sabe porquê seu estoque está sempre vazio?
Indicador de Giro de Estoque Giro de Estoque é um tipo de indicador que demonstra o desempenho de um Estoque. O Giro de Estoque serve para medir, de uma forma padronizada, a qualidade de um estoque. O indicador de giro de estoque pode ser aplicado a qualquer tipo de estoque, independente da sua complexidade ou tamanho. Resultado O resultado apresentado pelo giro de estoque, representa a quantidade de vezes que cada um dos itens, foi renovado dentro de um determinado período. Dizer que o giro de um estoque foi 1, durante um mês, significa dizer que tudo que tinha no estoque foi vendido e o estoque foi reposto por produtos novos. Como calcular O cálculo do giro de estoque é bastante simples, durante um determinado período, somamos tudo o que foi vendido, então, divide pela média de estoque, assim, se tivermos em média um estoque de 2 mil bicicletas, vendemos mil e compramos outras mil, tivemos um giro de 0,5; isto é, metade do estoque foi renovada. O resultado final do giro de estoque, deve ser interpretado caso a caso, porém, de uma forma geral, podemos dizer que quanto maior for o giro, melhor. Vamos a um exemplo: Imagine um estoque de bebidas, com um único tipo de bebida. Vamos supor que no início do mês, tenhamos 10 garrafas em estoque. Durante alguns dias, 5 garrafas foram vendidas. Notando a diminuição do nível de estoque, o Fornecedor foi acionado e foram compradas mais 10 garrafas. O mês continuou e mais 5 garrafas foram vendidas, totalizando 10 vendas no mês. Dessa forma, o mês terminou com 10 garrafas no estoque. Como o mês iniciou com 10 garrafas e terminou com 10 garrafas, podemos dizer que a média de estoque neste mês foi de 10 garrafas. Sendo assim, podemos calcular o Giro de Estoque como sendo o total de vendas dividido pela média de estoque, isto é, 10 dividido por 10, que é igual a 1. Nesse caso, o Giro de Estoque igual a 1 significa que todos os produtos foram renovados 1 vez durante o mês. Se o número fosse menor do que 1, teríamos uma indicação de que alguns dos produtos que iniciaram o mês na prateleira, ainda estão lá. Vamos então prosseguir para outro exemplo: Consideremos o mesmo estoque, iniciando o mês com as mesmas 10 garrafas. Passados alguns dias, 5 garrafas foram vendidas. Para cobrir o estoque, outras 10 foram compradas. As vendas continuaram e mais 5 garrafas foram vendidas. Passado o tempo, outras 10 garrafas foram comercializadas, deixando o estoque vazio. Mais 10 garrafas foram adquiridas para reintegrar o estoque. No final do mês, fechamos com 20 vendas, 20 compras e um estoque de 10 garrafas, exatamente como começou. Para se calcular o novo Giro de Estoque, devemos dividir o total de vendas durante o mês pela média de estoque. Nesse caso, a venda foi de 20 garrafas, então o giro de estoque ficou 20 dividido por 10, ou seja, 2. Pode-se então dizer que o estoque se renovou 2 vezes durante o mês. Um fator que costuma gerar dúvidas ao se calcular o giro de estoque é o cálculo da média de estoque. Nesse caso, a média de estoque é calculada pela média entre o estoque no início e no final do mês, ou simplesmente somando o estoque percebido no início com o estoque do fim do período e o resultado, se divide por 2. Nem sempre o estoque é formado por um único tipo de produto, muitas vezes, um estoque é composto por materiais pequenos e grandes, caros e baratos, ai fica a dúvida: como calcular o giro de estoque total? Nesse caso, podemos calcular de várias formas, uma delas é ao invés de se utilizar a quantidade de produtos, utilizarem o custo total, assim, o cálculo do giro de estoque fica sendo o custo total das vendas dividido pela média do custo do estoque. Dentre as tantas vantagens de se ter um estoque com alto giro, podemos citar: O produto não envelhece na prateleira; Não precisa de muito espaço para armazenamento; O pagamento ao Fornecedor é fracionado; Em caso de acidente, incêndio ou roubo, perde-se menos; etc… Utilize um sistema que faça esse cálculo pra você sem problemas. Clique aqui para ver o nosso Gestor de Vendas Curta nossa página no Facebook Aqui
Você sabe porquê seus produtos nunca são exibidos corretamente na sua loja?
Quando se trata de vender, quanto mais, melhor. Esta é a maior missão de lojas de varejo, supermercados, farmácias, escolas e qualquer outro tipo de negócio. Uma das estratégias mais usadas para vender é fazer com que os consumidores pensem que estão fazendo excelentes negócios, mas sem enganá-los! Como se faz isto então? Usando o poder do preço psicológico. O preço psicológico é uma estratégia de marketing amplamente utilizada por diversos setores há anos. Com esta técnica é possível atingir o subconsciente dos consumidores, fazendo com que eles tomem as ações que o comércio adora: compras. O preço psicológico é uma estratégia de marketing que utiliza de técnicas psicológicas para influenciar a percepção dos consumidores a respeito dos preços. Essas técnicas visam atingir o subconsciente das pessoas para que os preços e descontos pareçam mais vantajosos e a dor de gastar o dinheiro diminua. Uma das técnicas mais famosas é a redução de um centavo do preço redondo. R$79,99 no lugar de R$80,00. Além desta, existem diversas outras técnicas que visam causar o efeito psicológico de “preço baixo” nas pessoas. Os preços psicológicos são comumente usados por um motivo: Funciona. Um centavo a menos no preço (o famoso ,99) Quem nunca se perguntou por que os preços terminam em 99? Afinal, essa é uma das estratégias mais usadas para vender mais. Principalmente no varejo. Diminuir um centavo de um preço arredondado causa a sensação de que um produto está mais barato. O marketing explora este efeito psicológico há anos. Mas por que isto acontece? Embora seja óbvio que um centavo não represente uma grande economia na compra, nosso cérebro está “acostumado” a prestar menos atenção no centavos e dar mais prioridade ao número da esquerda. Ou seja: Quando o consumidor vê o preço R$ 99,99, o cérebro do consumidor está predisposto a entender “99”, ao invés de “100”. Além disso, a redução no preço traz a falsa sensação de desconto e minimiza o sentimento de “culpa” dos consumidores. E se você quiser contar com um time de especialistas na área, ligue pra gente 21 97128-1131 Para ter certeza de que seus preços estão corretos, utilize nosso sistema de Gestão de Vendas.
Você sabe porquê deve controlar seu estoque?
O estoque é uma parcela do capital da empresa que está parada. Muitas vezes, a gestão desse setor não é levada a sério pelos gestores até começarem a enfrentar problemas de perda de itens e de dinheiro. Controlar a gestão do estoque é fundamental, pois ele representa dinheiro e lucro. Se um produto fica parado, o dinheiro não circula e você estará gastando com a armazenagem. Por isso, controlar o estoque de maneira correta pode evitar que a empresa passe por situações complicadas. Veja como controlar o estoque: Onde estocar? Escolha um espaço com melhores condições para armazenamento e com fácil acesso aos artigos. Organização no estoque é fundamental. Se você trabalha com datas de validade, tome cuidado para não ter produtos fora do prazo em seu estoque. Tenha um bom sistema de rotatividade, para sempre ter produtos frescos e o estoque sempre em dia. Deixe seus itens sempre separados por algum formato que toda a sua equipe compreenda a organização e tenha acesso à estrutura. Inventário Saiba o que está estacado e a quantidade de cada produto. Sabendo disso, você pode analisar quais produtos tem mais demanda. É recomendado fazer o inventário com frequência para poder controlar o estoque. Novamente, reforçamos a importância de ter todos esses dados catalogados, seguros e bem organizados. Planejamento de compras É muito importante tem um rígido cuidado com o que entra e o que saí do estoque, para que o planejamento de compra seja feito. Ao elaborar este planejamento, deve-se levar em conta a sazonalidade de certos produtos, como roupas de inverno e ovos de páscoa. No caso de produtos que estragam o cuidado deve ser redobrado para não perder ainda mais dinheiro. Planejamento de compras também é importante para saber qual a melhor época para realizar promoções, queima de estoque e contato com fornecedores, feiras, novidades. Assim, você mantem seu empreendimento sempre atualizado. Giro de mercadorias Saber o que entra e o que sai é apenas uma parte da gestão do estoque. É preciso repor o estoque somente com o que é necessário. Principalmente em épocas de crise econômica, tenha em estoque somente o que é preciso para atender os clientes. Entretanto, lembre-se que se você não puder atender seu consumidor dentro do prazo ou não tiver o que ele precisa, o cliente irá buscar em outra empresa fazendo com que você o perca para sempre. Use a tecnologia a seu favor Para conseguir controlar tudo isso com tantas informações, é preciso um software de gestão de estoque que atenda a necessidade da sua empresa. Contando com a ajuda desse software, basta alguns cliques para saber o que se tem no estoque, o que é preciso comprar, o que está em falta, se algum produto está próximo a data de vencimento, entre outros. E se você quiser contar com um time de especialistas na área, ligue pra gente 21 97128-1131
Você sabe porquê seus clientes não voltam?
Fidelizar clientes é a meta de todos que tem um negócio. Com a grande concorrência, para nos destacar, precisamos, cada vez mais, nos diferenciar. Existem diversos motivos que fazem seus clientes não retornarem para o seu negócio. Separamos os principais. Saiba que conquistar um cliente novo custa de 5 a 7 vezes mais do que manter um antigo. Se você perceber que seus funcionários ou seu modelo de negócio estão tendo essas atitudes, saiba que está na hora de mudar! Vamos as dicas: 1. Não tratar seu produto como a solução do cliente Esse é um ponto crucial que você e seus vendedores precisam saber. O seu produto não deve ser apenas um item que agregará a pessoa, seu produto será a solução dos seus problemas. É importante que você ou seus funcionários tenham essa percepção. Assim, buscarão se informar sobre o produto ou serviço oferecido, aumentando seu repertório de argumentos. A partir do momento em que entenderem isso, serão mais produtivos e terão mais autoridade na venda. 2. Problemas com o atendimento Os problemas com atendimento são um dos principais motivos para seu cliente não voltar mais ao seu estabelecimento. E existem diversos problemas relacionados: A) Falta de atenção com o cliente: Isso é algo que tem se tornado comum e motivo de várias reclamações por parte dos clientes. Hoje com o uso frenético dos celulares, muitas vezes os vendedores também os utilizam. É extremamente desagradável quando você precisa de um produto e um vendedor simplesmente o ignora, pois está mexendo no celular. B) Abordagem agressiva: Alguns clientes sabem exatamente o que querem e estão em busca disso. Outros gostam de analisar suas opções, talvez pesquisar preços. Cada um tem seu ritmo, e vendedores, atendentes e empresários precisam entender e respeitar o ritmo de cada um. Não podemos ter em nosso estabelecimento aquele vendedor que fala alto, faz graça e tenta empurrar um produto a qualquer custo. C) Despreparo: O despreparo de um vendedor é algo que nunca passa despercebido por quem está interessado em um produto. Se o cliente pede ajuda e encontra um vendedor que não sabe as informações sobre o produto e nem consegue ajudá-lo a tomar uma decisão, o comprador sentirá que está no lugar errado, pois o vendedor não está pronto para recebê-lo e atender as suas necessidades. 3. Não se importar com o pós-venda O pós-venda acabou se tornando essencial para quem trabalha com vendas. Ele consegue fidelizar o cliente com a empresa. É importante que você solicite após a venda o contato do cliente (se ele disponibilizar) para que você possa entrar em contato, questionando sobre a eficácia do produto, para oferecer novidades e também para mandar recados. O pós-venda também funciona para resolver e identificar problemas. Com ele, o cliente se sente especial, e percebe que não é só “mais um” perante a empresa. A chance dele retornar porque se sente satisfeito com o produto e com o atendimento é muito maior. Com o pós-venda feito por telefone, você também pode aproveitar o momento e iniciar uma nova venda, chamando o cliente para visitar o estabelecimento novamente e contando sobre os produtos novos. Confira como ter sucesso nas vendas por telefone. 4. Esquecer do atendimento virtual Com o avanço do e-commerce, o atendimento virtual tem ganhado importância. É extremamente comum empresas que fazem vendas até pelo próprio Whatsapp. Se o cliente tem uma reclamação e entra em contato com a empresa, é importante que a pessoa que receber essa reclamação saiba atender àquela demanda. Para que o erro não se repita com outros clientes e também para que a empresa consiga evoluir, não repetindo os erros, diminuindo o número de reclamações. 5. Descubra o seu diferencial Aqui é onde entra a sua autoconfiança. Se você abriu um negócio, é porque você realmente acredita que pode se destacar neste mercado tão competitivo. Busque um diferencial, tente mostrar para as pessoas porque elas devem comprar de você e não do seu concorrente. Os clientes buscam cada vez mais uma loja que se diferencie das outras, afinal todo mundo está cansado de “mais do mesmo”. Encontre aquilo que difere você das outras empresas. Os resultados podem ser muito maiores do que você espera. 6. Você já sabe quem é seu público-alvo? Se você ainda não sabe quem é seu público-alvo, está na hora de descobrir. É importante que suas estratégias de vendas sejam pensadas para seu potencial-cliente. Mas não esqueça! Também é importante ter produtos para outro tipo de público, isso ajuda a expandir os horizontes e também para que o seu outro público não se sinta “perdido” dentro de sua loja. Ter produtos voltados para o público-alvo faz com que esse mesmo público se interesse e se torne seu cliente fiel. Já ter produtos para o outro público, significa que você também se preocupa com ele, e mesmo que a venda não seja concretizada, ele poderá sair com uma boa impressão do seu negócio. 7. Descubra quem são e tente recuperá-los Fazer uma análise e entender porque seus clientes não estão voltando para a sua loja é importante. Quem não retornou? Como foi o atendimento com essas pessoas? O que faltou para convencê-las? São perguntas importantes que você deve se fazer. Isso fará você se reciclar, entender seus erros, mesmo que não sejam com uma grande parcela de seus clientes. Conquistar um cliente é muito mais difícil do que manter um cliente fiel, então é muito importante que você invista, análise e aposte na recompra. 8. Preço fora do mercado Geralmente quando alguém está interessado em um produto ou serviço, realiza o orçamento em três empresas, no mínimo. Neste momento, é analisado o preço, forma de pagamento, prazo de entrega e outros fatores que o cliente pode achar importante. O preço, normalmente, é o principal item na escolha. Dificilmente um cliente paga muito caro analisando apenas a qualidade do fornecedor. Por isso, é importante acompanhar o preço do mercado. Já que, um cliente pode tirar sua empresa de sua lista de orçamentos quando seu preço fica muito alto, se comparado aos concorrentes, em vários orçamentos. Por isso, procure contactar seus clientes que não fecharam um orçamento …. Read More