Você sabe porquê deve fidelizar clientes?
Uma das principais características quando falamos de atendimento de qualidade é a questão de fidelizar clientes. Além da vantagem óbvia que é ter sempre aquele consumidor de prontidão para comprar o seu produto e serviço, outras diversas possibilidades ocorrem no sentido positivo dessa ação. Por isso, é sempre bom saber como fidelizar clientes e mantê-los por muito tempo perto de você e da sua empresa. Quanto mais consumidores tiver a sua empresa, melhor para os seus lucros e o desenvolvimento do seu negócio. Abaixo, você vai conhecer algumas vantagens em fidelizar clientes, além de aprender a fazer isso cada vez mais e melhor. Confira e tenha a certeza de que o principal para o seu negócio é fazer com que mais consumidores tratem a sua empresa como essencial no mercado. E não apenas por um aspecto, mas por todos. Por que eu devo fidelizar clientes? A primeira vantagem entre todas que existem ao fidelizar clientes é o fato de que este consumidor vai ser uma publicidade personificada para o seu negócio. Ao ter alguém que confia muito no produto e no serviço que você vende, ele vai começar a espalhar essa notícia pelos amigos, em redes sociais, vai te recomendar e você vai ter os frutos diretos disso. Com certeza, a melhor publicidade é a chamada boca a boca e só quem pode fazer isso são os clientes fidelizados. Por isso, é de extrema importância ter esse tipo de trabalho no atendimento. Quanto mais consumidores se fidelizarem à sua empresa, mais gente eles vão indicar e mais chances de ter sucesso no mercado você vai ter. Além disso, fidelizar clientes pode criar uma gama de oportunidades dentro do seu mercado. Você pode fazer um programas de benefícios, descobrir os conteúdos que mais interessam aquela persona específica, propor brindes, se aliar com outras empresas de ramos parecidos para realizar um projeto juntos com os clientes fieis. Enfim, é só ter criatividade e pensar nas possibilidades de aumentar os seus ganhos. Quanto mais vantagens você der para o cliente fidelizado, mais pessoas vão querer se filiar. Ou seja, é uma forma de fechar o cerco para aquele consumidor que ainda não se tornou fiel ao seu negócio. Você oferece a ele um conteúdo relevante, com um atendimento de excelência, produtos e serviços de qualidade, além de um programa de fidelidade que só vai fazer bem para ele. Por que motivo ele não iria querer ser fidelizado?! Quanto mais você conseguir dar opções de vantagens para os seus consumidores, mais fácil vai ser fidelizar clientes. E com tudo isso você vai conseguir mais lucro, mais produtividade, mais desenvolvimento e mais sucesso. Fidelizar clientes para o sucesso do empreendimento Com todas essas vantagens, fica cada vez mais claro que para uma empresa conseguir se dar bem no mercado. Seja ela online ou off-line, é preciso investir em estratégias para poder fidelizar clientes. Só assim você consegue superar crises, aumentar os seus lucros e melhorar a vida financeira da sua empresa sem precisar gastar muito dinheiro e sem utilizar nenhuma técnica mirabolante. A fórmula é simples. Basta que você tenha uma equipe qualificada e se dedique ao seu negócio. Qualidade é o termo que mais deve ser usado para o bem da empresa. Por isso, invista em seus profissionais, no seu produto, no conteúdo, na imagem, no marketing, no design, nos brindes, promoções. Mas principalmente no atendimento. Porque é ele que vai trazer de fato o consumidor para o seu negócio. É ele o responsável por fidelizar clientes E se você quiser contar com um time de especialistas na área, ligue pra gente 21 97128-1131 Utilize um sistema de cadastro de clientes para não perder seus contatos. Utilize o Gestor de Vendas
Você sabe porquê existe imposto para pagar em cima dos seus produtos?
para onde vão os nossos impostos? Quando o assunto é dinheiro e obrigações financeiras, uma pergunta que vem a tona é: “para onde vão os nossos impostos?”. Isto porque os impostos estão embutidos em tudo o que adquirimos ou utilizamos. Além de estarem presentes em produtos, estes encargos estão inseridos também na conta de luz e no combustível, só para citarmos apenas dois exemplos. Mas por que isto acontece? Para poder garantir a prestação de serviços e cumprir suas obrigações perante à sociedade, o governo retira dela uma parcela de sua riqueza: os impostos. Teoricamente, o retorno que a sociedade teria com o montante destinado aos impostos seriam atendimentos e serviços públicos de qualidade e eficientes, pelos quais ela pagou em forma de tributos. Isto em tese, porque, na maioria dos casos, o que se observam no Brasil são serviços ineficientes ou mesmo inexistentes. Mais de R$ 500 bi De acordo com o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), desde primeiro de janeiro de 2014 até meados do mês de abril, já foi atingida a marca de R$ 500 bilhões somente em tributos pagos pelos brasileiros. O valor é apenas uma estimativa, mas, por ser muito alto, incita ainda mais a dúvida do início do post – ‘afinal, para onde vão os impostos que pagamos?’ Neste ano, os brasileiros trabalharam até o dia 31 de maio somente para pagar impostos, taxas e contribuições aos cofres públicos, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Foram, ao todo, 151 dias, ou exatos cinco meses de trabalho, somente para pagamento e cumprir com obrigações aos cofres público. Destino Oficial O objetivo principal da cobrança de impostos é basicamente fazer com que o cidadão contribua financeiramente com serviços que utiliza frequentemente, como saúde e transporte público. O dinheiro revertido em impostos seria, então, para manter com eficiência e qualidade as frotas de ônibus do sistema público de transporte do país, assim como os hospitais, postos de saúde e pronto-socorros de todo o território nacional. Conforme o próprio portal da Receita Federal, os impostos devem ser destinados a programas de geração de emprego e de inclusão social, tais como: plano de reforma agrária; crédito rural para expansão da agricultura familiar; plano de construção de habitação popular; saneamento e reurbanização de áreas degradadas nas cidades. Outra parte dos impostos arrecadados, ainda segundo a Receita, deve ser direcionada à: construção e recuperação de estradas; em investimentos em infraestrutura; construção de portos e aeroportos; incentivos para a produção agrícola e industrial; em segurança pública; estímulo à pesquisa científica; ao desenvolvimento de ciência e tecnologia; cultura e esporte, e à defesa do meio ambiente. Resumindo, todos os impostos vão para uma conta única, tudo que é arrecadado é somado como receita do governo e depois de feita a divisão dos valores entre União, Estados e Municípios, conforme estabelecido na Constituição Federal, não há mais distinção de valores que são provenientes de IPVA ou de IRPF, por exemplo. Tudo isso entra como receita para o governo que deve utilizar tais valores de acordo com o estabelecido no orçamento anual, no plano plurianual e nas diretrizes orçamentárias. Todos os impostos Segundo o site da Receita Federal, o dinheiro que usamos para pagar os impostos é utilizado diretamente pelo Governo Federal. Parte considerável deles retorna aos Estados e municípios para ser aplicada em suas administrações. No total, são mais de 80 impostos, taxas e contribuições no país. São tantos, que elencamos a seguir os principais tributos, separadamente pela unidade responsável: os impostos da União, os dos Estados e os impostos dos Municípios. Impostos da União A União é responsável pelo recolhimento e pela destinação de cada um dos seguintes impostos: 1 – Imposto sobre Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR) O que é – O famoso Imposto de Renda. O IR incide sobre salário a partir de R$1.787,78, sobre lucro na venda de imóveis, carros etc., sobre lucros das empresas e sobre ganho dos autônomos. O contribuinte deste imposto, ou seja, quem paga este imposto divide-se em: pessoa física (IRPF) e pessoa jurídica (IRPJ). Para onde vai – O dinheiro arrecadado com o Imposto de Renda é destinado para o financiamento de projetos de saúde, de educação e programas sociais, como por exemplo o Fome Zero e o Bolsa Família, além de outras aplicações como o plano de reforma agrária, programas de agricultura familiar, construção de habitações populares e saneamento e revitalização de áreas degradadas nas cidades. Como calcular – É calculado conforme a tabela do IR vigente, a partir do valor do salário recebido. Do salário de R$ 1.787,78 até R$ 2.679,29, por exemplo, são descontados 7,5%, o que gera um valor de R$ 134,08, conforme atualização para 2014. 2 – Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) O que é – É um imposto federal, o que significa que somente a União pode instituí-lo. O IOF recai sobre operações de crédito, câmbio e seguro, além de operações relativas a títulos de valores imobiliários, como ações. Quem contribui (quem paga) com este imposto serão sempre as partes envolvidas em cada uma das operações. A principal função do IOF é ser um instrumento de manipulação da política de crédito, câmbio, seguro e valores imobiliários. Para onde vai – Na prática, o montante arrecadado com o IOF não se atrela a uma atividade específica de contraprestação de serviços pelo Estado. Explicando melhor: é mais um imposto para auxiliar na arrecadação global do Governo Federal que, depois, será votado em orçamento pelo Legislativo federal para ter seu destino definido. Como calcular – No início do ano, o governo elevou a alíquota de IOF de 0,38% para 6,38%, em compras em moeda estrangeira no cartão de débito pré-pago, em cheques de viagem (traveler checks) ou para saques no exterior. 3 – Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) O que é – Este imposto é brasileiro e cobrado tanto de produtos nacionais quanto de importados, afetando o valor de tudo o que adquirimos enquanto produto. Os contribuintes do IPI podem ser o importador, o industrial, o comerciante ou o arrematador. Para onde vai – Como …. Read More
Você sabe quem são seus clientes?
Muitos discutem sobre qual é o fator-chave para a longevidade de uma empresa, sem chegar em um consenso se é o cliente, o funcionário, o gestor, etc. Mas que a verdade seja dita: há dependência de todos os públicos de sua empresa, mas sem o cliente, não há razão de ser, nem fluxo de caixa, nem promoções, nem estratégias de crescimento, e por aí vai. É como disse Sam Walton, fundador da rede Wall-Mart: “Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.” Nessa linha de raciocínio, entender seu cliente e saber se relacionar com ele se torna algo essencial para a sobrevivência dos negócios e para geração de valor de seus produtos ou serviços. Parece óbvio, mas muita gente não se aprofunda da identidade ou nas necessidades de seu público. E viver dessa forma, com uma percepção bem superficial de quem compra, não é um caminho muito sustentável, muito menos recomendável se seus planos são crescer. O ideal é criar um relacionamento com seus clientes, saber seus perfis de compra, motivos que os levam a comprar regularmente, quais são as estratégias da concorrência e o que você deve fazer para conquistar mais e reter quem já gosta da sua marca. De qualquer forma, lembramos que é muito importante que toda a empresa, e não apenas o departamento de marketing, conheça o perfil de seu público-alvo. Para começar, você pode fazer um breve exercício, visualizando respostas para as questões mencionadas acima: Quem eles são (homens jovens, mulheres de meia idade, donos de empresas, etc) O que cada um dos perfis acima compra ou comprou de sua empresa Como os concorrentes que vendem produtos ou serviços similares aos seus abordam esses perfis Como eu me comunico com esses clientes (site, redes sociais, e-mail, eventos presenciais, etc) Sua empresa pode ter, inclusive, mais de um perfil de cliente, dependo do que comercializa. Na verdade, é muito comum e recomendável segmentar sua audiência para ações mais certeiras e efetivas. A seguir, vamos listar três tipos de clientes e nossa recomendação de estratégia para que você possa conquistá-los. Vamos classificar os públicos pelo nível de interação que eles podem ter com a sua empresa e o método de se relacionar com cada um. CLIENTE TIPO 1 – O INTERESSADO Esse é o tipo de cliente mais fácil de ser abordado e com maior probabilidade de comprar seu produto. São os clientes que você consegue facilmente traçar um perfil e que, de fato, necessitam daquilo que você oferece. Para esse tipo de público, o marketing direto funciona, pois, como mencionado, ele precisa do que você vende. O problema aqui é, justamente, a concorrência. Todos os seus competidores direcionam muito de seus esforços para essas pessoas, o que faz com que o mercado (e você) tenha que trabalhar com menores margens e em comodidades para se diferenciar. Nem sempre isso é ruim. Seu mercado pode não estar supersaturado como alguns estão, então pode haver bastante espaço para todos, mas, se o caso for o contrário, recomendamos dar atenção para os outros tipos de clientes que vamos apresentar. CLIENTE TIPO 2 – O INDECISO Esse é o cliente que precisa do que você vende, mas ele ainda não sabe. Ele pode estar gripado, mas, no lugar de ir até a farmácia comprar seu remédio, ele está acostumado a fazer um chá e esperar tudo passar. Há muito mais mercado no perfil de indecisos do que no perfil de interessados, mas pouca gente explora esse público ou por não saber como, ou por ser muito difícil – o que, de fato, é, mas não impossível. Como convencer uma pessoa de que você tem o que ela precisa? Há uma série de recursos por aí, mas o que recomendamos é uma boa estratégia de marketing. E, juntamente com isso, investir no relacionamento, mostrando quais os benefícios que você oferece, seus diferenciais, qual é sua promessa de valor e como sua marca pode agregar para a vida ou para a empresa dessa pessoa. A grande sacada aqui é entender que esse cliente indeciso não vai fazer, neste caso, uma compra de impulso. Ele precisa ser convencido, motivado e muito bem cuidado. Segundo o exemplo acima, ele precisaria, em primeiro lugar, saber que há alternativas ao chá para curar uma gripe. Você possui um remédio que ele precisa, pois, tomando o remédio, ele ficará bem mais rápido, poderá retornar ao trabalho (sabemos que, para alguns, essa questão não é bem classificada com um benefício) e a sua rotina. E mais, seu produto é feito a base de plantas, traz outros benefícios para seu sistema imunológico e, olhe só, é melhor e pode até ser mais barato que um chá. Ainda sobre esse tipo de cliente, sua empresa deve se estruturar para comunicar-se constantemente com ele, para atendê-lo bem e para superar suas expectativas. CLIENTE TIPO 3 – O NÃO INTERESSADO Uma pessoa não interessada não vai ser seu cliente, certo? Nem sempre. Esse é o tipo de público que não precisa do que você oferece, mas, mesmo assim, não quer dizer que ele não pode ser cativado de forma muito semelhante ao público indeciso. O grande benefício de falar com essas pessoas é que, justamente, há muito mais gente não interessada do que gente interessada naquilo que você vende. Isso quer dizer que, potencialmente, você pode achar pessoas dentro do perfil que você definiu como sendo seu público-alvo aqui. Em primeiro lugar, é preciso estudar o motivo deles não demonstrarem interesse e atacar esses pontos. Outro benefício é que, neste nível, a concorrência é extremamente baixa, já que as empresas vão brigar pelo público que já demonstra interesse em seus produtos ou serviços. O relacionamento aqui deve ser mais assertivo, até porque, ele precisa ser construído do zero. Você não pode ofertar algo para esse tipo de cliente de cara, pois a resposta, definitivamente vai ser negativa. Ações onde ele possa testar de forma gratuita aquilo que você oferece podem surtir efeito, por exemplo. Ele …. Read More
Você sabe porquê suas mercadorias estão paradas?
Não são poucas as empresas que montam estoques sem planejamento estratégico e, por consequência, a falta de controle pode ser desastrosa. Um risco muito observado é o de ficar sem produtos para atender os clientes. E, claro, para evitar que isso ocorra, a saída é abastecer o estoque, muitas vezes acima do suficiente. Dessa forma, o empreendedor garante que os consumidores não passem a comprar no concorrente. Por outro lado, atender bem os clientes não deixando que produtos faltem pode gerar um problema: estoque parado. Isso é bastante negativo para a empresa porque é dinheiro parado, que, além de não trazer retorno, está gerando gastos por ocupar espaço e tempo do setor responsável. Simplesmente não dá para ser lucrativo em uma situação dessas! Você já deu uma conferida no estoque hoje? Está com mercadoria parada? Então, confira as nossas dicas para movimentar produtos e iniciar um processo de gestão de estoque: Avalie seu estoque Antes de mais nada é fundamental saber o que você tem em excesso no estoque. Fazer esse levantamento vai ajudá-lo a filtrar o que deve ser priorizado na sua estratégia. Dependendo do ramo, como o de produtos perecíveis, essa analise é imprescindível para estimular a saída de mercadorias com prazo de validade mais curto. Mas não fique focado apenas nos excessos. Um olhar atento vai mostrar quais são os produtos com maior saída, os que estão em baixa no estoque e qual o seu ativo parado. Feita essa analise, reforce as vendas dos produtos em excesso ou que estão parados há mais tempo com promoções. Dependo da análise, é possível fazer ofertas por tipo de produtos, estimulando a saída de uma série de mercadorias do mesmo tipo. Verifique quanto gasta com o estoque Você sabe que estoque parado é custo, mas você sabe quanto paga para mantê-lo? Faça os cálculos de todos os custos de manutenção (incluindo de pessoas aos recursos usados) do estoque e do quanto cada produto parado impacta nesse custo. Muitas vezes, vale a pena conceder um desconto melhor para estimular a venda do que manter mercadorias armazenadas. Faça os cálculos antes de definir de quanto será o desconto oferecido. Automatize o gerenciamento de estoque Utilizar um software para gerenciar os produtos do estoque é uma estratégia bastante inteligente e até essencial. Um bom sistema, que opera de forma integrada junto aos outros setores de gestão da empresa, garante a atualização constante e menos custos já que os processos de verificação e análise se dão de forma mais rápida. Impulsione as vendas As promoções que suscitam a necessidade de urgência nos clientes podem ser uma opção vantajosa para estimular as vendas dos estoques parados. Elas atraem consumidores e estimulam as vendas em um prazo curto, em geral. É uma medida indicada, sobretudo, para companhias que têm necessidade de liberar rapidamente espaço no estoque. Aproveite a atração dos consumidores para estimular a venda de mais produtos. Deixar produtos em evidência e em proximidade com os ofertados é uma forma a mais de alcançar resultados de venda. Além disso, dê destaque às promoções, seja avisando à clientela, mandando e-mail marketing, por telefone e deixando isso claro através de cartazes caso tenha uma loja física. Qual a melhor dica para o bom gerenciamento do estoque? Agora que você já conhece algumas formas de movimentar o estoque, estruture um controle permanente e boas vendas! E se você quiser contar com um time de especialistas na área, ligue pra gente 21 97128-1131