Você sabe quando um produto está faltando?
Imagine um consumidor que finalmente decide adquirir um produto e, com muita cautela, escolhe justamente o seu negócio para concluir a transação. Mas quando chega ao local para bater o martelo, não encontra o que deseja nas prateleiras! Esse consumidor sairá dali mais que frustrado e, sem pensar duas vezes, entrará na loja da concorrência. Ou então pense no consumidor que adentra seu negócio apenas para conhecer as possibilidades, mas não se depara com absolutamente nada para estimular sua vontade de compra, já que as prateleiras estão vazias. Definitivamente não é preciso ser um expert em vendas para identificar que há muita coisa errada em ambas as cenas, não é mesmo? De fato, essas são duas situações completamente inadmissíveis, pois afetam a confiança dos consumidores no negócio, causando quedas nas vendas e comprometimento da reputação da marca. Por isso, evitar que esse desabastecimento ocorra se torna indispensável para a conservação da força da empresa no mercado e, claro, a manutenção de sua receita. Quer entender melhor como se chega ao ponto de faltar mercadoria nas prateleiras e o que fazer para evitar esse cenário nada ideal? Então fique de olho no nosso post de hoje: Por que a falta de produtos nas prateleiras ocorre? Antes mesmo de entender quais são os efeitos da falta de produtos nas prateleiras é preciso entender por que essa situação acontece, já que está diretamente ligada a erros de gestão. De maneira geral, os principais motivos para a falta de produtos disponíveis são: Gestão de estoque ineficaz Um gerenciamento de estoque ineficiente resulta quase sempre em prateleiras vazias e clientes não encontrando aquilo que desejam. Isso pode acontecer, por exemplo, pela falta de informações sobre os itens consumidos e os disponíveis, levando a um conhecimento tardio de que o negócio já não dispõe de estoque para suprir suas necessidades. Isso é mais comum quando os estoques são gerenciados manualmente e, portanto, precisam da intervenção humana para que se tenha certeza absoluta sobre quais itens estão disponíveis e em que quantidade. Como não é nada incomum que um funcionário erre na contagem, o gerenciamento do estoque acaba sofrendo impactos importantes. Escolha incorreta do fornecedor Um bom fornecedor é aquele que oferece agilidade e versatilidade para garantir que o comerciante tenha, a tempo, os itens de que precisa em seu negócio. Se o contratado não possui essas características, você certamente sofrerá com o desabastecimento de suas prateleiras em algum momento, consequentemente causando a perda de vendas. Essa decisão é, portanto, crucial para evitar esse tipo de problema, já que sem comprometimento e agilidade seu negócio não consegue repor o estoque de acordo com as necessidades dos clientes. E como nem sempre é possível fazer grandes compras com muita antecedência, as prateleiras — e os cofres da empresa! — é que terminam sofrendo. Falhas na comunicação Às vezes, entretanto, o fornecedor até possui a versatilidade necessária, mas falhas na comunicação fazem com que o produto não chegue a tempo de suprir uma falta de estoque prestes a acontecer. Essa também é uma falha que normalmente está associada à falta de um gerenciamento adequado do estoque. Sem ter as direções exatas sobre que quantidade seu negócio precisa e quando exatamente precisa de tais mercadorias, o fornecedor simplesmente não tem como garantir a entrega, levando ao desabastecimento. Previsão imprecisa de vendas Outro erro gerencial diz respeito à previsão incorreta de vendas, quando a gestão acredita que a quantidade de determinado produto levará um tempo X para ser completamente vendida, mas leva, na verdade, muito menos que isso. Nesse caso, como o pedido para o fornecedor era baseado na previsão e ele não possui a versatilidade necessária, o negócio passa tempo demais sem o produto que os clientes tanto desejam. Ao ter uma boa previsão de vendas, o negócio passa a conseguir antecipar necessidades futuras, evitando a falta de produtos nas prateleiras. E como essa falta de produtos afeta suas vendas? Agora que você já sabe por que essa falta de produtos nas prateleiras acontece, passemos para suas consequências, analisando como isso afeta seus negócios. Consegue imaginar como o impacto causado em um cliente que sai da sua loja sem o que deseja é extremamente prejudicial à marca? De maneira geral, essa falta de produtos resulta em: Perda de oportunidade Quando um cliente se dirige a seu negócio em busca de um produto, significa que ele já passou por todo o funil de vendas: foi atraído pela mercadoria, considerou seu negócio como a melhor opção e finalmente decidiu pela compra. Assim, ao não disponibilizar o produto, seu varejo desperdiça uma oportunidade e tanto de fechar uma compra que já estava praticamente concretizada. Sabia que a indisponibilidade de produtos foi responsável por 5% das vendas perdidas no primeiro semestre de 2015? Melhor se preparar para não ser mais um número nessa estatística! Falta de competitividade A falta de produtos nas prateleiras também resulta na perda de competitividade do seu negócio, uma vez que, se o consumidor não encontra o produto por lá, certamente procurará no concorrente ou até optará por uma opção semelhante. Essa perda de competitividade também acontece em relação às lojas virtuais, afinal, já que o cliente não encontrou o que buscava em uma loja física, é bem possível que termine procurando em uma loja on-line por toda a comodidade do processo de compra, fazendo seu negócio perder competitividade. Desinteresse do consumidor Se o consumidor não encontra o produto que deseja em suas prateleiras, grandes são as chances de que ele desista ou do artigo ou da sua loja, uma vez que estoques incompletos tendem a levar o cliente ao desinteresse. Fisicamente falando, prateleiras vazias também fazem com que os clientes sejam visualmente desestimulados no local de vendas de maneira geral, diminuindo as chances de que ele efetue qualquer compra. Como é possível corrigir esse problema? Felizmente, esse tipo de problema tem sim solução, desde que se promova uma atuação mais estratégica e focada na importância da prevenção. Então guarde desde já que as áreas de logística e controle possuem relevância fundamental nessa correção, exigindo …. Read More
Você sabe onde seu cliente mora?
Você sabe onde o seu cliente mora? Sabe se os frequentadores do seu negócio moram perto do seu estabelecimento comercial ou estão só de passagem? Ao planejar uma comunicação, você leva isso em consideração? E porque isso é importante? Vamos tomar como exemplo um centro de compras imaginário: um shopping center localizado entre dois bairros totalmente diferentes: um, com predominância da classe De E, e outro, com população das classes A e B. Em uma cidade grande, essa é uma situação corriqueira – exemplos como esses não faltam em várias capitais brasileiras. Como é que uma loja de roupas deste shopping pode planejar uma campanha promocional sem saber qual é o perfil sociodemográfico de seu cliente? Para uma loja de nicho, isso até é simples. Mas para uma grande loja de departamentos, uma ação que deveria ser corriqueira pode se tornar um pesadelo. Como definir a maior parte do público que frequenta aquela loja? Como planejar ações de comunicação que revertam em vendas de forma assertiva? Ou ainda: se é necessário fazer uma remodelagem do público que frequenta o estabelecimento, de onde partir? Entendendo a dinâmica do seu público Ao saber onde o seu cliente mora, você descobre muito mais do que simplesmente se o bairro que ele mora tem um perfil mais voltado para um setor do que para outro quando se trata de dados sociodemográficos. É possível saber, também, se o seu cliente visita a sua loja porque trabalha nas imediações, por exemplo, e se a maioria dos consumidores realmente vem do entorno. A partir do levantamento dessa base de endereços de clientes, é possível contar com ferramentas de geomarketing para entender –de maneira bastante acurada– peculiaridades do perfil deste público que podem ser decisivas para o aumento da conversão de vendas. Tais dados demográficos, aliás, são fundamentais para entender o mercado e o escopo de atuação de um determinado negócio. As ferramentas de geomarketing que fornecem inteligência mercadológica podem ser utilizadas para solucionar desafios tanto externos quanto internos. Uma boa base de informações referentes ao planejamento estratégico que uma empresa pretende desenvolver, permite identificar os principais pontos a serem otimizados. Dependendo dos objetivos da organização, os serviços de geomarketing vão apontar para divisões mais claras do público-alvo, fornecer análises minuciosas do potencial de cada estabelecimento ou diagnósticos que revelem características do público consumidor que estavam escondidas atrás de dados mais brutos. Uma das vertentes do geomarketing é a de justamente aumentar a efetividade das campanhas de marketing. E isso acontece porque as ferramentas de análise sociodemográfica conseguem determinar características e peculiaridades que podem ser exploradas de forma mais aprofundada pelo negócio. Voltando ao exemplo dado no início do texto: suponhamos que uma grande loja de departamento de artigos esportivos deste shopping reuniu sua base de endereços de clientes para uma análise mais minuciosa e tenha incluído o cruzamento de outras informações do local e também do público transeunte. Neste estudo, descobriu-se que o público de maior relevância para a loja são mulheres na faixa dos 30 anos, com renda de até R$ 1.400,00 e ticket médio de R$ 50. A partir daí, basta compreender a melhor direção para o negócio: seria continuar a explorar este público? A meta é aumentar o ticket médio e trazer consumidores de maior poder aquisitivo que também estão no entorno? Isso é possível, mas só a partir da primeira análise. E se você quiser contar com um time de especialistas na área, ligue pra gente 21 97128-1131
Você sabe se o seu concorrente vende a mesma coisa que você?
Saber quais os pontos fortes do concorrente é algo que todas as empresas gostariam de saber. Hoje vou lhe mostrar alguns pontos bem importantes mas que a grande parte das empresas não dão muita importância. Esses pontos irá mostrar o que mais fazem seus concorrentes venderem mais do que você. Veja todos os tópicos que separei e tire suas próprias conclusões, depois deixe sua opinião em nossos comentários para eu saber se este artigo lhe ajudou em algo ou não.Separe um tempo e leia com atenção esses tópicos, eles podem fazer grande diferença em seu negócio e ajudar você a entender mais sobre o seu mercado de atuação. Ele sempre vende mais barato Este é um dos motivos mais comentados pelos empresários que nos procuram, mas acontece que o fato de outra empresa conseguir vender um produto ou serviço por um preço abaixo do seu, não significa que esse produto seja mais rentável para o cliente final. Em relação a serviços, um material de menor custo e a exceção de uma equipe, pode baratear bastante no preço final, mas não existe maneiras desse serviço ser feito com a mesma qualidade e agilidade de alguém que usa o melhor material e possuí uma equipe profissional para fazer o trabalho. Já no caso de produtos, os materiais também podem influenciar no preço final, por isto mesmo que existem muitos produtos similares com uma qualidade menor que as do original, além de poderem ter alguns aspectos que podem diminuir ainda mais o preço, como: método de entrega, embalagem, fornecedor e etc. Mas não se desanime com isso, o preço é apenas um dos pontos que o cliente leva em conta antes de tomar uma decisão de compra. Pense comigo, será que alguém iria comprar um aparelho da Apple, um carro zero, ou até mesmo um tênis da Nike se eles fossem levar em conta apenas o preço? Claro que não. Não entre no mercado do preço, ao invés disso entregue mais valor ao seu consumidor. Abaixo você vai entender exatamente como essas empresas tem grande sucesso e diversas vendas diariamente sem precisar “prostituir” o mercado e ficar baixando o preço sempre que alguém faz isso. Meu concorrente tem mais recursos As novas empresas que passam por dificuldades adoram colocar esse ponto como desculpa da falta de crescimento, mas as coisas não são bem assim, não é porque seu concorrente tem mais recursos estruturais ou financeiros que quer dizer que ele tenha muita vantagem no mercado. Hoje em dia existem muitas maneiras de contornar isso, e não estou falando de pegar empréstimos ou alugar o melhor local da cidade e ficar cheio de dívidas depois, estou falando de reconhecer quais as prioridades para manter a sua empresa em funcionamento e separar quais as áreas que mais precisam de um reforço. Analise e encontre esses lugares em sua empresa e depois invista até alcançar o equilíbrio perfeito entre todos os setores. Diminua os custos internos (onde seu cliente não tem acesso) e aumente os investimentos externos (onde seu cliente tem total acesso), isso fará você aumentar a qualidade do seu produto ou serviço sem precisar aumentar seus gastos. Faça isso também com o seu tempo e seus profissionais, entregue tudo que tem de melhor para seu cliente. Essa é uma ótima maneira de conseguir tirar vantagem sob as grandes empresas, por exemplo, o que na sua opinião é melhor? Entrar em contato com diversos setores e departamentos para resolver um problema ou simplesmente ligar para um número e já ser atendido por uma pessoa que resolva seu caso de imediato? Sem dúvidas a segunda opção não é? Mas você pode fazer isso sem ter altos custos, ao contrário de grandes empresas, que para manter uma qualidade de atendimento precisam contratar inúmeros funcionários. Os clientes preferem a outra empresa Essa frase não é muito comum de ser ouvida, mas já ouvi algumas pessoas dizendo isso. E analisando os casos cheguei à conclusão de que na verdade o que prefere o concorrente neste caso é o próprio empresário. Na grande parte das vezes ele acompanha muito alguma marca regional e adora ver os detalhes daquela outra empresa, mas não dedica muito tempo para entender o que acontece no “background” da outra empresa e colocar isso em prática no próprio negócio. Isso faz com que pessoas que tem esse pensamento percam tempo na plateia assistindo o show enquanto deveriam estar no palco! Estudar e acompanhar o concorrente é uma ótima estratégia, mas isso não adianta de nada se você não fazer a sua lição de casa dentro do seu próprio negócio. É claro que também existem casos onde realmente o cliente prefere o concorrente, nesses casos você terá que levar em conta alguns pontos como: Preço, local, qualidade, atendimento, divulgação e etc. Mas principalmente deve levar em conta se o cliente conhece a sua empresa. Se caso ele conhecer e mesmo assim preferir o seu concorrente você deve buscar onde errou e melhorar nesses pontos, mas se ele não conhece muito bem a sua empresa, é seu dever (mostrar mais a “cara”) e fazer todos conhecerem sua marca. Aliás, ninguém gosta de comprar produtos ou contratar serviços de marcas totalmente estranhas e sem referências. Inclusive você mesmo não é? Mais à frente vou te mostrar como sair do anonimato e mostrar sua marca ao mundo. Não dá para inovar nada em meu ramo Nunca diga isso, pois se inovar fosse algo comum, quando viesse ao público não existiria inovação nenhuma! Se esforce, busque referências em nichos similares ao seu, junte sua equipe e discuta sobre criar novos produtos, serviços ou até mesmo complementos de algo já existente, essa inovação pode ser desde uma nova embalagem ou modo de atendimento até um novo método de serviço ou produto mais prático. Se mesmo assim não conseguir encontrar uma inovação não desista, converse com pessoas de ramos diferentes e conheça mais sobre o serviço deles, muitas vezes uma inovação surge da união de coisas simples de dois ramos totalmente diferentes. Mas se novamente não surgir algo novo em sua mente ainda lhe resta uma decisão final, esta opção é mais usada por empresas grandes, …. Read More
Você sabe quando deve vender seu produto?
Existem várias estratégias para se fazer uma boa venda. Dentre as quais, podemos citar, uma condição básica e essencial, que é o domínio e o conhecimento do produto que será apresentado pelo profissional ao seu cliente. É preciso transmitir confiança e credibilidade, ao oferecer o produto, pois nas atuais condições do mercado, onde existe uma grande variedades de preços e produtos, cada vez mais, se faz necessário apresentar não só o produto, mas a solução para os problemas do cliente, e ninguém gosta de investir seu dinheiro em algo que nem mesmo o vendedor tem certeza de seus benefícios. Um profissional bem preparado, além de ter passado por um treinamento de vendas eficaz, ainda deve saber demonstrar seu produto com convicção e segurança, além de conhecê-lo e saber identificar os seus pontos positivos e negativos, assim como produtos similares com detalhes, motivando o cliente, que desta forma, não perderá o interesse pela compra e nem partirá para a concorrência. Se você souber identificar as vantagens e benefícios de seu produto, você estará agregando valores a ele e isto poderá justificar o preço devido do que está vendendo. Para que se faça bons negócios, é preciso identificar as reais necessidades do cliente, pois desta forma, além de não perder tempo, ainda é possível fechar uma boa venda, portanto, você, antes de fazer a primeira visita, deve sondar o cliente e perceber o que ele realmente está precisando. Um bom profissional deve estar preparado para enfrentar e solucionar todas as dúvidas de seu cliente. Para que exista esta preparação, o profissional deverá se interessar pelo produto que representa. Busque o maior número possível de informações com o fabricante ou fornecedor ou até mesmo com colegas que já estão familiarizados com o produto. Faça pesquisas sobre o produto e sua história. Teste e examine minuciosamente o produto, pois se existir alguma dúvida por parte de seus clientes, você não será surpreendido por nenhuma pergunta que não saiba responder por já estar familiarizado com ele e não decepcionará seu cliente. Assim, você transmitirá confiança e segurança para seus clientes e certamente realizará ótimas vendas. E se você quiser contar com um time de especialistas na área, ligue pra gente 21 97128-1131